QUARTA, 30/10/2019, 18:53

Bioinseticida para controle do mosquito da dengue, desenvolvido na UEL é apresentado em Brasília

A fórmula é desenvolvida em pó e em comprimido e não é tóxica para os seres humanos.

Representantes do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES receberam, em Brasília – Distrito Federal, professores da Universidade Estadual de Londrina – UEL nesta quarta-feira. Eles apresentaram o bioinseticida desenvolvido na UEL para controle do mosquito da dengue.

O bioinseticida desenvolvido por pesquisadores da instituição, com financiamento de órgãos federais é realizado em várias instituições do estado e o coordenador local, pela UEL, é o professor João Zequi, do Departamento de Biologia Animal e Vegetal, do Centro de Ciências Biológicas.

Segundo o professor o bioinseticida pode ser usado em reservatórios de água com difícil acesso, que impede a eliminação de larvas do mosquito Aedes.

São duas formulações, em comprimido e em pó. O produto é fabricado de forma artesanal e quase todas as fases são desenvolvidas dentro da UEL. Somente a última etapa - estabilização do produto em comprimido - é realizada em Curitiba

De acordo com a professora Gislayne Trindade Vilas Bôas, o produto não é tóxico para os humanos, o que difere de outros no mercado.

Ainda de acordo com Gislayne, o custo é baixo e pode ser disponibilizado para prefeituras combaterem o mosquito em lagos e fundos de vale.

Por Bruno Carraro

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