SEGUNDA, 12/03/2018, 07:30

Cavalgada da Expo 2018 reúne cerca de 2 mil cavaleiros e amazonas pelas ruas da cidade

E teve comitiva vindo de longe para participar da festa, que terminou com um grande almoço no Parque de Exposições. Confira a galeria completa.

Uma tradição de 11 anos. A Cavalgada já se consolidou como uma espécie de abertura informal da Expo Londrina. E a movimentação no estacionamento do Estádio do Café começou cedo, por volta das 7 da manhã já tinha gente chegando. O mecânico Cristian Evangelista veio de Cambé com a família. Ele conta que, todos os anos, reúne a mulher, os filhos e alguns parentes, para participar da Cavalgada.

Matheus, de 12 anos, filho do Cristian, já é um veterano de Cavalgada.

A maioria veio em comitivas. Seja em pequenos ou grandes grupos, quase todos têm uma motivação em comum para participar da Cavalgada, a paixão pelos cavalos.

E como todo ano, teve gente que veio de longe. O vendedor Aparecido Donizete é presidente da comitiva Cinturão verde, que tem cerca de 50 cavaleiros e amazonas. É a sétima vez que o grupo vem de Cianorte para participar da Cavalgada.

Foram cerca de 2 mil cavaleiros e amazonas. A saída estava marcada para as 9hrs. Mas só por volta das 10hrs da manhã eles saíram do estacionamento do estádio do Café em direção ao Parque Ney Braga. Subiram a Winston Churchill, avenida Rio Branco, passaram pela Leste-Oeste até chegar à avenida Tiradentes, onde muita gente saiu de casa pra ver a Cavalgada passar. A nutricionista Renata Cardoso foi com o marido e as duas filhas assistir a passagem dos Cavaleiros e Amazonas.

Foram cerca de duas horas até o Parque Ney Braga, debaixo de um sol forte e temperatura na casa dos 30 graus.

Segundo o coordenador da Cavalgada, José Henrique Cavicchioli, toda a estrutura do parque foi preparada para receber os cavaleiros e amazonas, principalmente os que vêm de longe.

Os oito quilômetros até o Parque de Exposições foram percorridos em cerca de 2 horas. Hora de descansar um pouco e partir pro almoço que ninguém é de ferro. O seu Aloisio Picinin, do Centro de Tradições Gaúchas de Londrina, explica o que move essa paixão pelos cavalos. Confira as imagens:

Por Marcos Garrido

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