SEGUNDA, 11/10/2021, 18:04

Concurso da Guarda Municipal só deve sair do papel no primeiro semestre de 2022

Apesar de déficit de 150 GMs, secretária Municipal de Recursos Humanos diz que 35 vagas devem dar fôlego extra à corporação, que assumiu uma série de novas atribuições nos últimos anos.

Com a autorização orçamentária assinada na semana passada, o concurso, que prevê 35 vagas para a Guarda Municipal de Londrina, deve sair do papel no primeiro semestre de 2022, pelo menos essa é a expectativa. Com a seleção, a Prefeitura vai repor uma pequena parte dos cerca de 150 postos perdidos nos últimos anos com aposentadorias, demissões e saídas voluntárias. Desde sua criação em 2009 foram apenas dois concursos para a instituição.

A Guarda Municipal, que já chegou a ter 470 homens e mulheres há alguns anos, tem, atualmente, 320 GMs que fazem a segurança diária de prédios públicos, como escolas e postos de saúde, são responsáveis pela Patrulha Maria da Penha, fiscalizam os decretos municipais da pandemia, além de uma série de outros serviços, inclusive de apoio ao trabalho da Polícia Militar.

A secretária Municipal de Recursos Humanos, Julliana Faggion, afirma que desde sua criação há 12 anos a GM absorveu muitas outras atividades e que, em função disso, a dinâmica do trabalho dos guardas mudou muito. Segundo ela, além de repor as vagas perdidas nos últimos anos, o concurso vai exigir um GM com um perfil muito mais preparado física e emocionalmente.

De acordo com a secretária de Recursos Humanos o trabalho no concurso começou há dois anos, quando foi feito um primeiro levantamento desse novo perfil do GM.

Julliana Faggion disse à reportagem da CBN Londrina que espera realizar as provas no primeiro semestre do ano que vem, mas isso vai depender de uma decisão ainda ser tomada pela Prefeitura.

A secretária Municipal de Recursos Humanos informou ainda à reportagem da CBN Londrina que além das 35 vagas imediatas, o concurso também prevê um cadastro reserva para quem conseguiu a nota de corte para aprovação no processo.

Por Marcos Garrido

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