QUARTA, 15/09/2021, 18:59

Em parceria com HU, Prefeitura realizou mais de 83 mil testes “padrão ouro” contra coronavírus em Londrina

Para prefeito, medida foi fundamental para controle da pandemia no município. Convênio possibilitou ainda que custo do procedimento caísse cerca de 75%.

De acordo com os dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde, mais de 83 mil testes RT-PCR foram realizados em uma parceria da prefeitura com o Hospital Universitário. Desde o início da pandemia, cerca de R$ 2,3 milhões foram destinados aos exames.

O vínculo com a Instituição garante mais agilidade nos diagnósticos da Covid-19, já que as amostras são analisadas na própria cidade. No caso dos testes ofertados pelo Ministério da Saúde e pelo Governo do Estado, os resultados são divulgados com um prazo mínimo de três dias e passam por avaliação do Laboratório Central do Estado, que fica na capital.          

O prefeito Marcelo Belinati avalia que a cooperação entre município e hospital foi muito importante para o controle da pandemia na cidade, em especial, para aplicação de medidas que reduzem a capacidade de disseminação do vírus na população.

O teste RT-PCR é considerado “padrão ouro” para detecção do coronavírus e permite que a presença da cepa seja identificada ainda nos primeiros dias de infecção. Os exames, vindos da parceria, são aplicados em pacientes atendidos em hospitais públicos de Londrina, além das Unidades Básicas de Saúde exclusivas para sintomas respiratórios como a UBS Chefe Newton e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Sabará.

A iniciativa prevê a compra dos insumos utilizados para realização do procedimento, como reagentes e demais materiais necessários para a coleta. Por conta do convênio, o custo para aquisição destes produtos foi reduzido, o que possibilitou que o valor do teste feito pela prefeitura fosse de três a quatro vezes menor que o praticado em instituições privadas.

Ainda de acordo com o levantamento, desde março do ano passado, 247.541 testes RT-PCR foram feitos em Londrina, entre as redes pública e particular de Saúde.

Por Victor Assis

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