TERCA, 26/01/2021, 19:32

Entrega de segundo trecho da Avenida Faria Lima segue indeterminado

Prazo para conclusão é no mês de março, mas obras seguem em ritmo lento.

Secretários municipais de Londrina visitaram obras em diferentes pontos da cidade, nesta terça-feira. O objetivo foi verificar o andamento das atividades. Na programação das vistorias, estavam a obra de construção da trincheira da avenida Rio Branco com avenida Leste-Oeste e a reforma do Pronto Atendimento do Jardim Leonor.

No período da tarde, o secretário municipal de Planejamento e Tecnologia, Marcelo Canhada, e o secretário de Gestão Pública Fábio Cavazotti compareceram para acompanhar o progresso do segundo trecho de duplicação da Avenida Faria Lima. Com mais de um ano de atraso, a entrega está prevista para março de 2021, mas a obra segue com 76% de conclusão.

Segundo Canhada, com o percentual apresentado, ainda não é possível afirmar se o prazo será respeitado. Ele explica que a empresa responsável pela obra teve dificuldades para executá-la e que, se não for concluída até a data prevista, a prefeitura vai romper com o atual contrato e uma nova licitação será aberta para que outra empresa finalize os trabalhos.

De acordo com o secretário, parte considerável do que resta para finalizar a obra consiste na aplicação de capa asfáltica no trecho e que ainda tem esperança da conclusão durante o prazo vigente. Canhada, no entanto, afirma que o trabalho vai ser considerado entregue apenas quando 100% do serviço estiver completo. Ele garante que caso data de conclusão não seja respeitada, a companhia que está à frente da obra será penalizada.

Para o secretário, a empresa responsável tinha todas as condições necessárias para finalização da obra. Apesar das circunstâncias, ele demonstra preocupação com a aproximação do prazo de entrega.

O orçamento encaminhado para as obras do segundo trecho da Avenida Faria Lima, foi de aproximadamente R$ 4,4 milhões. Além da duplicação do trecho de 600 metros, o projeto prevê melhorias até a avenida Maringá, partindo da ponte do Lago Igapó.

Por Victor Assis

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