SEGUNDA, 23/04/2018, 06:20

Mais de 400 pessoas responderam questionamentos sobre cinco temas principais do Plano Diretor

As perguntas estão disponíveis na internet até 15 de maio.

Para motivar a participação da população e ampliar a divulgação do Plano Diretor de Londrina a prefeitura está disponibilizando um questionário na internet que contém perguntas sobre cinco temas principais como: atendimento social, transporte e vias de circulação, economia e meio ambiente, estrutura e participação popular.

O Plano Diretor deve propor diretrizes que norteiem os agentes públicos e privados sobre o que deve ou não ser feito no território do município. Nele são identificadas e delimitadas as áreas urbanas e rurais e traçadas as estratégias para o seu desenvolvimento, buscando assim assegurar os direitos fundamentais, a sustentabilidade e o atendimento pleno às demandas da população.

De acordo com a arquiteta e urbanista do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina – IPPUL, Ana Luiza Moreira, a iniciativa foi elaborada durante os 10 Fóruns de Participação promovidos entre março e abril desse ano nas diversas regiões da cidade. Mais de 400 pessoas já responderam ao questionário.

98% das pessoas que responderam as perguntas no site do IPPUL disseram não ter dificuldades para entender as expressões técnicas do documento e 77% aceitaram receber mais detalhes sobre o Plano Diretor. 35% das perguntas foram respondidas por jovens entre 20 e 30 anos de idade, 28% com idade entre 30 e 40 anos, 17% entre 40 e 50 anos, 3,5% foram jovens com menos de 20 anos de idade.

Ana Luiza ressalta que participação popular mostra que o Plano Diretor caminha para foco principal que é atender todas as esferas da sociedade londrinense.

Após o término da elaboração do Plano o projeto será encaminhado para a Câmara de vereadores. A lei sobre a revisão do Plano Diretor deve ser aprovada até dezembro desse ano.

O questionamento fica disponível no endereço eletrônico ippul.londrina.pr.gov.br/planodiretordigital, até dia 15 de maio.

Por Bruno Carraro

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