QUINTA, 13/09/2018, 19:34

Londrina registra queda nos acidentes e no número de vítimas no trânsito

Números do Placar do Trânsito revelam ainda que, de abril a agosto, a quantidade de mortes caiu de 12 para três.

O levantamento da CMTU mostra uma queda de 7% nos acidentes e de 9% no número de vítimas não fatais no trânsito de Londrina, entre janeiro e agosto desse ano. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o Placar do Trânsito revela que o total de ocorrências caiu de quase 2.500 para pouco mais de 2.300 e o número de vítimas variou de 2.980 para pouco mais de 2.700. Já a quantidade de mortos se manteve estável em relação ao mesmo período de 2017, segundo o Placar do Trânsito.

Foram 60 mortes em oito meses. O diretor de Trânsito da CMTU, Pedro Ramos, diz que apesar do número de mortes ter se mantido estável na comparação entre os oito primeiros meses de 2017 com o mesmo período desse ano, ele vem caindo seguidamente nos últimos cinco meses, de 12 mortes em abril passou para 11 em maio, 7 em junho, 6 em julho e caiu pela metade, 3, em agosto.

Para Ramos, a queda geral nos índices é reflexo de um trabalho de intensificação das operações de fiscalização nas ruas nos últimos meses e também da análise das causas dos acidentes.

O levantamento da CMTU revela ainda uma redução em todos os tipos de acidentes. As colisões caíram de 1.419 para 1.340, as quedas de moto passaram de 640 para 583 e os atropelamentos baixaram de 231 para 200. Os capotamentos também registraram queda de 60 casos no ano passado para 35 agora.

De acordo com o Placar do Trânsito, dos 60 mortos, quase a metade, 28, eram motociclistas, na faixa dos 18 aos 30 anos. O diretor de Trânsito da CMTU cita três causas principais para os acidentes envolvendo motociclistas, circular entre os carros é uma delas.

Pedro Ramos afirma que as blitzes com a PM vão continuar porque têm se mostrado efetivas na redução dos índices. Entre janeiro e agosto, foram mais de 120 mil multas e o excesso da velocidade da via em até 20% continua como a infração mais cometida, quase 54 mil.

Por Marcos Garrido

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