Novo mapa energético mundial
O que está mudando no mapa energético mundial e qual o papel do Brasil? Confira com Rafael Lamastra
Na coluna O Assunto é Energia desta quarta-feira (07), o consultor Rafael Lamastra explica sobre o mapa energético mundial e reflete sobre as suas recentes mudanças. De acordo com o colunista, a energia influencia o crescimento dos países, a atração de investimentos e a geração de riqueza, enquanto a disputa pelo aproveitamento dos recursos do subsolo redesenha o cenário global.
Novos protagonistas do cenário energético
Um dos destaques recentes é a Guiana, que mesmo com menos de um milhão de habitantes, hoje é um dos polos energéticos mundiais devido a sua recente descoberta de petróleo. Segundo Lamastra, os Estados Unidos também se tornaram o maior produtor de petróleo e gás do mundo com o gás de xisto, enquanto a Argentina recuperou o setor com a exploração de Vaca Muerta.
O potencial brasileiro
O especialista comenta que o Brasil também pode ocupar uma posição central nessa transformação. Conforme Lamastra analisa, o país reúne minerais como petróleo, gás, biometano, hidrelétrica, sol e vento, além de contar com potenciais ainda pouco conhecidos.
O colunista cita o pré-sal, o gás natural na Amazônia, a margem equatorial e as reservas de gás de xisto, inclusive no Paraná. Para o especialista, conhecer esses recursos significa estudar, medir riscos e tomar decisões com base na ciência e no interesse nacional.
Confira a coluna na íntegra: