SEXTA, 11/01/2019, 19:55

Prefeito Marcelo Belinati comemora derrubada de liminar que suspendia licitação do transporte coletivo, e garante que processo pode ajudar a baixar a passagem de ônibus em Londrina

Para ele, possível concorrência pública, com a participação de diversas empresas, vai fazer com que o município enfie o “dedo na ferida” de um sistema que nunca passou por mudanças.

O prefeito Marcelo Belinati comentou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira, a decisão da Justiça de Londrina que derrubou a liminar, obtida pela TCGL no Tribunal de Contas do Estado no último dia 20 de dezembro, que suspendia o processo de licitação do transporte coletivo na cidade.

Com a derrubada, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização vai poder continuar com o certame. As empresas interessadas, segundo o prefeito, vão ter nove dias pra apresentar as propostas, o mesmo prazo que tinham quando a licitação foi suspensa.

Para Belinati, a derrubada da liminar precisa ser comemorada, uma vez que, segundo ele, a licitação, agora liberada, vai conseguir enfiar o “dedo na ferida” de um sistema que prioriza o lucro das empresas e nunca passou por mudanças. O prefeito destaca ainda que, com as mudanças previstas em edital, a passagem de ônibus, atualmente em R$ 4,25, pode ser reduzida.

A CMTU vai poder agir de forma mais tranquila com a licitação, uma vez que tanto TCGL como Londrisul aceitaram prorrogar o atual contrato, que venceria no próximo no próximo dia 19, por até seis meses na cidade. Em nota, a CMTU informou que "está finalizando a tramitação para efetivar a prorrogação do serviço de maneira excepcional, garantindo que não falte transporte coletivo público aos londrinenses". Já a TCGL disse, também em nota, aceitou o pedido por "entender que o transporte público é um serviço essencial à população".

Para o prefeito, a licitação, com a escolha de novos termos e novas empresas, precisa ser concluída o quanto antes. Ele também espera que as empresas atuais não voltem a apresentar recursos na Justiça pra tentar barrar a licitação.

Por Guilherme Batista

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