TERCA, 04/02/2020, 19:30

Restante das obras do Moringão será divida em quatro lotes

Ainda faltam 20% de toda a reforma prevista inicialmente e interrompida com a recisão contratual no fim do ano passado.

A prefeitura de Londrina anunciou no final do ano passado o rompimento do contrato com a empresa terceirizada responsável pela reforma do Ginásio de Esportes Moringão.

Para conclusão, ainda faltam 20% dos serviços que a terceirizada foi contratada para realizar.

Nesse período foram necessários cancelamento e remanejamento de diversos eventos particulares em que o espaço é locado ou para eventos esportivos de ordem pública.

De acordo com o presidente da Fundação de Esportes de Londrina - FEL, Fernando Madureira, as obras eram pra estar em 95% de serviços concluídos, porém com o fim do contrato, a Secretaria de Obras resolveu dividir em quatro lotes o restante das obras. A intenção é agilizar os processos licitatórios de contratação e finalizar o quanto antes os trabalhos.

Ainda de acordo com Madureira, a expectativa é que até o fim do semestre as obras sejam concluídas. A previsão é que a ordem de serviço seja dada em abril e somente em julho a reforma esteja totalmente pronta.

A maior preocupação agora é com a contratação de empresas especializadas nos serviços.

A garantia é que apesar dos atrasos, não tem prejuízos financeiros nas obras.

Madureira ressalta que os eventos agendados para esse primeiro semestre no Moringão já estão sendo remanejados para outros espaços dentro de Londrina.

O contrato com a empresa que não cumpriu com os prazos foi assinado em agosto de 2019, o prazo final era até fevereiro.

O valor total das obras era de R$ 1,9 milhão e contemplava troca do telhado, renovação de todo o sistema elétrico e hidráulico, além de outras melhorias em salas do ginásio.

A empresa tinha três obras com o município em atraso e a prefeitura decidiu romper o contrato em todas as execuções que estavam lentas: Moringão, Biblioteca Municipal e novo prédio da Secretaria de Educação no antigo Mercado Quebec.

Por Bruno Carraro

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