SEXTA, 29/05/2020, 18:35

Biblioteca Pública Municipal é oficialmente entregue após reforma de quase um ano

Apesar do atraso, revitalização foi finalizada e prédio histórico tombado como patrimônio do município pelo prefeito Marcelo Belinati.

A obra foi entregue, ainda com alguns pequenos serviços por fazer, antes mesmo do início da pandemia. Mas, a Biblioteca Pública Municipal Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, continuou fechada. Nesta sexta-feira, o espaço foi oficialmente entregue pelo prefeito Marcelo Belinati em uma rápida solenidade, quando também foi assinada a inscrição de tombamento do prédio.

A reforma era realizada pela mesma empresa que tinha outros dois projetos junto ao Município e que também sofreram diversos atrasos: a da nova sede da Secretaria de Educação e a do Ginásio Moringão. A Biblioteca Municipal, que não recebia melhorias há aproximadamente 20 anos, teve a fachada pintada, as calhas e o telhado trocados, por conta das infiltrações, entre outros serviços. A obra começou em agosto do ano passado e custou mais de R$ 300 mil.

 Criada em 23 de novembro de 1940, a Biblioteca Pública Municipal de Londrina, ficou durante anos em um espaço dos porões do antigo prédio da prefeitura. E só onze anos depois foi realmente inaugurada na Rua Santa Catarina, no mesmo prédio que abrigava o Paço Municipal.

Já no começo dos anos 80, o espaço da antiga Casa da Criança, onde estava instalada, se tornou pequeno e a biblioteca foi para o prédio do antigo Fórum, doado pelo Governo do Estado.

A mudança para a sede atual ocorreu em 1984 e junto com ela foi criada a Biblioteca Infantil e o Teatro Zaqueu de Melo. Durante a entrega da reforma, o prefeito destacou o valor histórico do prédio para a cultura da cidade.

Apesar de inaugurada, a Biblioteca Municipal só reabre ao público quando terminarem as restrições das atividades em locais públicos, em função da pandemia. Mas, o espaço está oferecendo uma programação online para o público durante esse período na página das bibliotecas públicas de Londrina no Facebook.

Por Marcos Garrido

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