TERCA, 26/05/2026, 12:04

Governo do Estado vai construir clínicas de fisioterapia em 14 cidades da região

Com investimento de R$ 112,9 milhões para 85 municípios, projeto prevê unidades padronizadas para ampliar atendimentos de reabilitação

A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) desenvolveu um projeto padrão para a construção de clínicas de fisioterapia em municípios paranaenses. A proposta tem como objetivo ampliar e qualificar os atendimentos de reabilitação oferecidos pelo SUS, além de agilizar o processo de implantação das unidades. Ao todo, 85 projetos em 85 cidades já foram habilitados, somando R$ 112,9 milhões em investimentos do Governo do Estado. Destes, 14 estão distribuídos nas regiões Norte e Norte Pioneiro:

  • Alvorada do Sul;
  • Bela Vista do Paraíso;
  • Cornélio Procópio;
  • Florestópolis;
  • Guaraci;
  • Ibaiti;
  • Nova América da Colina; 
  • Porecatu; 
  • Prado Ferreira; 
  • Primeiro de Maio;
  • Quatiguá;
  • Ribeirão Claro;
  • Ribeirão do Pinhal; 
  • Uraí.

Parte dos projetos ainda está em fase de envio de documentação pelas prefeituras, enquanto a outra segue em análise técnica. A padronização das unidades busca facilitar o andamento dos processos, reduzindo o tempo necessário para licitação, contratação e execução das obras.

O projeto prevê dois modelos de clínicas. O Fisiocentro Porte I terá área construída de 352,69 metros quadrados, com investimento de R$ 1,9 milhão por unidade. Quatro projetos desse porte já foram habilitados. Já o Fisiocentro Porte II contará com 186,67 metros quadrados e investimento de R$ 1,3 milhão, com 81 unidades aprovadas.

As clínicas terão espaços voltados à reabilitação física e fortalecimento muscular, incluindo salas de cinesioterapia e mecanoterapia, consultórios para atendimentos individualizados, vestiários, sanitários, áreas administrativas, copa e almoxarifado. Os ambientes foram planejados para garantir acessibilidade e melhores condições de atendimento aos pacientes.

O projeto também prevê jardins sensoriais, com estímulos visuais, táteis e olfativos voltados ao bem-estar dos usuários, além de espaços para Atividades de Vida Diária (AVD). Nessas áreas, os pacientes poderão treinar tarefas da rotina, como cozinhar, se vestir e realizar atividades domésticas, contribuindo para a recuperação da autonomia e da independência funcional.

Por Paulo Andrade

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