QUINTA, 19/02/2026, 12:18

Arapongas e Assaí devem ganhar novos parques urbanos em 2026

Iniciativa do governo do Estado prevê a recuperação de áreas sujeitas a ações erosivas e degradação ambiental

O Governo do Estado planeja entregar seis novos parques urbanos em 2026 e as cidades de Arapongas e Assaí, no norte do Estado, estão entre as que podem receber os novos espaços de promoção da biodiversidade e lazer.

A proposta visa recuperar áreas sujeitas a ações erosivas ou regiões de fundo de vale que sofrem degradação ambiental, alinhando a preservação do ecossistema local ao turismo e lazer.

O investimento nesta etapa é de R$ 9,491 milhões de reais e os projetos são financiados com recursos do Instituto Água e Terra (IAT) com apoio das prefeituras municipais.

Além de Arapongas e Assaí, no norte do Estado, o projeto está em execução nos municípios de Ouro Verde do Oeste, no Oeste do Paraná; Nova Londrina, Santa Cruz de Monte Castelo e Querência do Norte, na região Noroeste.

Para o novo ciclo, entre 2027 e 2029, a previsão é de concluir 31 estruturas, com investimento de mais de R$ 60 milhões.

Segundo o Instituto Água e Terra, além de melhorar o meio ambiente, esses espaços trazem benefícios sociais, oferecendo lazer, convivência e bem-estar à população, possibilitando iniciativas como hortas urbanas e jardim dos sentidos, que desenvolvem a sensibilidade sensorial-ambiental dos visitantes, entre outras ações ligadas à biodiversidade.

Uma delas é o programa Poliniza Paraná, que desde 2021 é presença obrigatória em todos os espaços ligados ao projeto. A iniciativa prevê a instalação de colmeias de abelhas sem ferrão para auxiliar na conservação de espécies nativas e para complementar as ações de educação ambiental dos locais.

Após a identificação de uma área apropriada, os municípios enviam um pré-projeto ao Setor de Projetos Especiais do IAT para avaliação do Instituto. Uma vez aprovado, o IAT repassa os recursos financeiros para a execução do projeto por meio de um convênio, conforme o andamento da obra. É necessário que o município tenha a licença ambiental e a outorga ou dispensa de outorga para o uso da água emitidas pelo Instituto.

Por Fernando Bianchi

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