QUARTA, 11/05/2022, 08:00

Em novo boletim, Londrina registra maior número de casos da Covid, em um único dia, desde 18 de março.

Casos ativos também tiveram salto expressivo no relatório, chegando a 653 pessoas, atualmente, com a doença.

Os números da Covid-19, em Londrina, seguem em crescimento. No último boletim divulgado pela prefeitura, na tarde desta terça (10), foram confirmados 314 novos casos da doença. É o maior número informado desde 18 de março, quando a cidade teve 613 diagnósticos positivos.

O número atual de novos confirmados representa um aumento de mais de 100% em comparação à terça-feira passada. No informe do dia 3 de maio, o relatório da Secretária Municipal de Saúde registrou 115 casos do coronavírus.

O novo informe também apresentou um salto expressivo nos casos ativos. Na segunda-feira, 492 pessoas estavam doentes e podiam transmitir a doença. Agora, este número subiu para 653. Do total, 629 londrinenses estão em isolamento domiciliar e 24 pacientes estão internados. Nove estão em leitos de Terapia Intensiva e 15 estão no setor de enfermaria.

A média móvel chegou ao maior patamar no mês de maio, nesta terça-feira (10). Na quinta passada, o indicador estava em 121,3. Depois, passou para 125,9. Em seguida, recuou um pouco, ficando em 123,7. Na segunda, a taxa voltou a subir e alcançou 137,3. Agora, o indicador teve um novo crescimento e registrou 165,6.

Londrina não registra mortes, em decorrência da infecção, há quatro dias consecutivos. Com os dados atualizados, a cidade soma 132.548 diagnósticos positivos e 2.502 óbitos, desde o início da pandemia.

De acordo com o relatório diário da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), 3.244 novos casos e mais 15 óbitos foram registrados, no Paraná. São nove homens e seis mulheres, com idades que variam entre 43 e 89 anos.

As cidades de Santo Antônio da Platina, Umuarama, Palmeira, Curitiba, Cascavel e Ibiporã estão entre os municípios que tiveram mortes. Desde março de 2020, o estado totaliza 2.464.362 diagnósticos positivos e 42.918 vidas perdidas.

Por Victor Assis

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