QUINTA, 13/06/2019, 20:11

ILS no Aeroporto de Londrina pode ser instalado no primeiro semestre do ano que vem, mesmo com o processo de privatização ocorrendo

O Terminal Aeroportuário está na 6ª rodada da lista do governo federal de desestatização e a expectativa é que até outubro de 2019 todo o trâmite seja concluído.

No total 22 aeroportos de todo o País estão incluídos na 6ª rodada da lista de privatização do Governo Federal.

O Aeroporto Governador José Richa, de Londrina está na lista e o Ministério da Infraestrutura publicou as empresas habilitadas para os estudos de viabilidade técnica para a privatização.

São cinco meses para os resultados serem apresentados. Serão considerados: valor mínimo para outorga, padrão de operações e prazos das obras.

Segundo o Deputado Federal Filipe Barros, o ILS deve ser instalado antes do fim da privatização. A expectativa é que isso ocorra no primeiro semestre do ano que vem o que valorizaria ainda mais o Terminal Aeroportuário para a desestatização.

A instalação do ILS é essencial para reduzir os fechamentos do aeroporto para pousos, principalmente em situações adversas do clima.

Segundo Barros, o governo federal quer dar continuidade aos trâmites sem impedir os trabalhos que já estão sendo executados.

Uma audiência pública está prevista para ocorrer no mês que vem pelo governo federal para tratar da privatização. 

A preocupação maior é com as desapropriações que estão ainda ocorrendo no entorno do aeroporto de Londrina que pararam por parte da Infraero, devido ao processo de privatização, ou seja, os investimentos devem ser feito pela iniciativa privada que assumir.

Mas de acordo com o presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina – Codel, Bruno Ubiratan, os recursos para as desapropriações estão em um fundo reservado, e assim que a justiça determinar as desapropriações será executado e pago por esse fundo.

Ainda de acordo com Bruno Ubiratan, a expectativa é que até outubro de 2019 todo o trâmite de privatização seja concluído, e Londrina tem potencial de investimento superior a R$ 193 milhões, mas quem vai apontar o investimento é o estudo de viabilidade técnica.

A audiência pública prevista para ocorrer no mês que vem ainda não tem data confirmada.

Por Bruno Carraro

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