SEGUNDA, 23/03/2026, 07:00

Londrina recebe unidade móvel de oftalmologia para zerar filas de consultas e cirurgias de catarata

Carreta do programa federal "Agora Tem Especialistas" chega à cidade em abril com capacidade para realizar até 1,2 mil procedimentos cirúrgicos mensais

O município de Londrina confirmou a chegada da Carreta de Oftalmologia, unidade móvel integrante do programa "Agora Tem Especialistas" do Ministério da Saúde, com previsão de início das atividades para o dia 10 de abril.

O planejamento operacional para a recepção da estrutura já está em curso pela Secretaria Municipal de Saúde, visando oferecer um ciclo completo de atendimento especializado. A unidade é equipada para realizar desde consultas de rotina e exames diagnósticos complexos até cirurgias de catarata, nos casos em que houver indicação médica, funcionando como um centro cirúrgico itinerante de alta produtividade.

A estimativa de atendimento da carreta projeta um impacto significativo na rede pública local, com uma média de 150 consultas e exames diários. Ao entrar na fase de intervenções ambulatoriais, a estrutura tem capacidade para executar até 80 cirurgias por dia.

O prefeito Tiago Amaral classificou o anúncio como um passo decisivo para solucionar um dos maiores gargalos da saúde pública em Londrina. Segundo o chefe do Executivo, a oftalmologia tem sido historicamente uma das áreas de maior espera e dificuldade para a população, motivo pelo qual a unidade móvel é recebida com grande expectativa.

Amaral ressaltou que a iniciativa, já testada com sucesso em outras regiões do país, é uma ação concreta para acelerar diagnósticos e devolver qualidade de vida aos cidadãos que aguardam a um tempo prolongado, garantindo um atendimento mais digno, eficiente e humanizado na rede municipal.
De acordo com o cronograma previsto, a operação mensal deve beneficiar cerca de mil pacientes e viabilizar entre 1.000 e 1.200 procedimentos cirúrgicos, representando um reforço robusto na capacidade de resposta do sistema de saúde do município diante da demanda represada na área de visão.

Por João Gabriel Rodrigues

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