Ranking nacional coloca Londrina com classificação máxima em saneamento
Cidade é uma das sete paranaenses que aparecem no topo de levantamento realizado em todo o país. Curitiba é a única capital que ficou na parte mais alta da tabela
Sete cidades do Paraná receberam classificação máxima em saneamento em um ranking publicado essa semana pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). O levantamento considerou o que os municípios têm feito para universalizar o acesso da população ao serviço, que é um direito básico. Curitiba, Pinhais, Porecatu, Maringá, Matinhos, Campo Mourão e Londrina estão no topo do ranking. A pesquisa foi realizada em 2.558 municípios brasileiros, onde mora 80% de toda a população nacional. Todas as 27 capitais foram analisadas e apenas Curitiba recebeu a classificação máxima.
O estudo leva em consideração os índices de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, além da coleta e destinação de resíduos sólidos. Cada cidade recebeu uma pontuação de 0 a 500 e foi qualificada em uma de quatro categorias. As sete cidades com as maiores notas ficaram na parte mais alta da tabela, denominada "Rumo à Universalização". Londrina recebeu 489,65 pontos. Já Porecatu, outra cidade da região norte do estado, recebeu 496,92 pontos, ficando atrás apenas de Curitiba e Pinhais no ranking.
A diretora de Investimentos da Sanepar, Leura de Oliveira, disse que a posição das sete cidades, e de outros municípios que também aparecem bem colocados no levantamento, apena reflete as ações e os investimentos executados pela companhia em todo o estado ao longo dos últimos anos.
Outras cidades do norte-paranaense também tiveram notas consideráveis no ranking, ficando na aba "Compromisso com a Universalização". Cambará, por exemplo, recebeu 487,49 pontos, e Jataizinho, 483,45 pontos. Cornélio Procópio, considerada a segunda cidade do estado e a nona do país em qualidade de vida por um estudo nacional justamente em razão do saneamento, também aparece bem colocada no ranking da Abes, com 480,65 pontos. A cidade, inclusive, recebe atualmente obras de um novo poço no Aquífero Guarani, orçadas em R$ 6,3 milhões, para a ampliação do abastecimento. De acordo com a diretora da Sanepar, a obra é uma de centenas que são realizadas em todo o estado anualmente pela companhia.