SEGUNDA, 24/01/2022, 17:35

Recesso de fim de ano e substituição de servidores no IAT atrasaram liberação de licença ambiental para a instalação de pedalinhos no lago Igapó, em Londrina

De acordo com a Codel, ainda não é possível quando a atração, anunciada para dezembro do ano passado, vai ser de fato inaugurada.

O Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel) continua atrás de uma licença ambiental do IAT, o Instituto Água e Terra, para liberar a instalação dos pedalinhos no lago Igapó II. Na sexta-feira (21), representantes do município e do órgão estadual se reuniram para, mais uma vez, discutirem os próximos passos do processo, que continua dependendo da análise ambiental.

A Codel tinha a intenção de inaugurar a atração em dezembro, mas os planos tiveram que ser adiados por conta do impasse com o IAT, que entrou em recesso e, consequentemente, não analisou a demanda relacionada aos pedalinhos. A substituição de alguns servidores que fazem parte das equipes responsáveis pela liberação da licença também teria atrasado a situação.

A diretora de Turismo da Codel, Renata Queiroz, confirmou os contratempos, mas lembrou que a análise ambiental é muito complexa e, por conta disso, demanda tempo. Ela afirmou estar confiante com a liberação da licença.

Apesar disso, a diretora preferiu não estipular uma nova data para a inauguração da atração.

Os pedalinhos vão ser gerenciados pela empresa catarinense Encantos Náuticos Turismo, que ficará responsável por instalar a atração às margens do lago Igapó II. O local passará a contar com 12 pedalinhos – sendo seis no modelo cisne e seis do tipo caravela – além barcos do tipo stand-up paddle, caiaques individuais e duplos. A empresa pretende operar de terça-feira a domingo e cobrar R$ 9 por passeio. Como contrapartida pela execução do serviço, a Encantos Náuticos deverá fazer o pagamento à prefeitura de um valor total de R$ 550 mil, dividido em parcelas mensais, até o fim do período de vigência do contrato, que será de dez anos. Além disso, a companhia fará um investimento de R$ 600 mil para a implantação do projeto arquitetônico que foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul).

Por Guilherme Batista

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