QUARTA, 01/07/2026, 16:24

Remoção de cabos soltos em postes da avenida Higienópolis continua nesta quinta-feira

Mais de uma tonelada de cabeamento deve ser retirada de postes instalados entre a rotatória com a JK e a rua Sergipe. Novos mutirões serão realizados ainda esse mês

O motorista que passar pela avenida Higienópolis, no centro de Londrina, nesta quinta-feira (2), vai precisar ter paciência. Parte da via será interditada para a continuidade de um mutirão que visa remover cabos soltos de postes que ficam no canteiro central. Os trabalhos estão sendo realizados pela Copel e a Londrina Iluminação desde quarta-feira (1º). A iniciativa é executada em parceria com as operadoras de telefonia e internet.

As equipes estão usando escadas par ter acesso aos cabos que estão pendurados. O serviço também prevê a recomposição de parte da fiação. O gerente executivo da Copel no norte do estado, Douglas Bausewein, destacou a importância dos trabalhos para melhorar o aspecto visual da região e também a segurança principalmente dos motociclistas e pedestres, que correm o risco de se enroscar nos cabos. Ele também pediu paciência aos motoristas que vão passar pelos trechos interditados.

Na primeira etapa do mutirão, em maio, na Higienópolis entre a Madre Leônia e a JK, foram removidos mais de 900 quilos de cabos soltos. Nesta segunda fase, a ideia é fazer a remoção de ao menos mais uma tonelada de cabeamento até a rua Sergipe, conforme destacou o gerente da Copel.

A ideia é realizar um mutirão por mês. Ainda em julho, vão ser contemplados postes na região do calçadão e da rua Quintino Bocaiúva. Entre setembro e outubro, serão atendidos postes na região da Faria Lima e do Lago Igapó. Na semana passada, os trabalhos foram realizados em Cambé, Arapongas e Primeiro de Maio, de onde foram removidas quase duas toneladas de cabos. O presidente da Londrina Iluminação, Vitor Horita, lembrou que a iniciativa "nasceu" na cidade e garantiu que a intenção é manter o calendário dos mutirões atualizado, com a prestação do serviço sempre quando houver necessidade.

Por Guilherme Batista

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