Secretária de Saúde detalha prazos para obras em Londrina e situação da UPA Sol
Vivian Feijó apresentou balanço das reformas na cidade; enquanto UBSs de bairros e distritos devem ser entregues em até 45 dias, retomada na zona oeste ainda depende de nova licitação
A secretária municipal de Saúde, Vivian Feijó, apresentou nesta terça-feira (28) um balanço sobre o andamento das reformas e construções nas unidades de saúde de Londrina.
O ponto mais crítico é a UPA do Jardim do Sol, na zona oeste, que está com as obras paradas. Segundo a secretária, o dinheiro liberado inicialmente não foi suficiente para concluir nem 30% do que foi planejado. Agora, a retomada depende de uma nova licitação e de convênios com o Governo do Estado, o que impede a definição de uma data exata para o reinício. Quando os trabalhos voltarem, a previsão é que durem entre oito meses e um ano. Vivian Feijó garantiu que o local não está abandonado e conta com segurança por câmeras, mas ressaltou que as etapas restantes, como as redes elétrica e hidráulica, são complexas.
Sobre os três novos Prontos-Atendimentos (PAs) da cidade, a secretária explicou que eles ainda não foram inaugurados porque as construtoras não entregaram as chaves oficialmente. Duas dessas unidades estão recebendo os acabamentos. A terceira unidade já está pronta, mas enfrentou um problema com o ar-condicionado central, que foi entregue amassado.
Em relação aos bairros, a Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Ricardo deve ser entregue em até 30 dias. A obra atrasou porque a prefeitura reprovou a qualidade de parte do piso instalado, exigindo que a construtora fizesse a troca. Já as unidades dos distritos de Irerê e Itapuã têm previsão de entrega em um prazo um pouco maior, entre 30 e 45 dias.