QUINTA, 23/08/2018, 19:43

Sinpro entra com representação contra escolas particulares por exigir que professores assinem contratos de contraturno

O Ministério Público do Trabalho foi acionado quanto às jornadas exaustivas dos docentes a fim de evitar novas contratações e redução do quadro de profissionais.

Sindicato dos professores de escolas particulares de Londrina e região entra com representação no Ministério Público do Trabalho contra diversas unidades de ensino particulares.

De acordo com o presidente do Sindicato que representa a categoria, André Cunha, existem denuncias recorrentes de escolas que tem exigido que os docentes atuem no contraturno e isso fica exaustivo aos docentes sendo que, novos profissionais poderiam ser contratados. A intenção das escolas é reduzir o número de profissionais e economizar com despesas.

Para o presidente do Sindicato escolas estão determinando situações de horas em contraturnos de forma exagerada o que levou a denuncias ao Ministério Público do Trabalho. 

Além dos problemas enfrentados com desgastes de horas e duplas jornadas, Cunha ressalta que os profissionais sofrem com a baixa remuneração e muitos têm migrado para rede pública, prestando concurso.

Nossa reportagem tentou contato com representantes do Sindicato dos donos de escolas particulares de Londrina e região, mas até o fechamento dessa edição não recebemos retorno.

Por Bruno Carraro

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