QUARTA, 19/01/2022, 19:05

Com alta demanda por testes de Covid, farmácias e laboratórios registram filas para atendimento

Reportagem da CBN percorreu área central da cidade e acompanhou busca dos londrinenses para conseguir fazer exame.

Com o aumento nos casos de Covid-19, a procura por testes para detecção do coronavírus segue alta em Londrina. A reportagem da CBN realizou um giro pela cidade, na tarde de quarta-feira, e registrou um movimento intenso em diferentes pontos do município.

Esta alta demanda por exames foi observada tanto em laboratórios, quanto em farmácias. Em um estabelecimento da região oeste, por exemplo, mais de 20 pessoas aguardavam em pé para receber o atendimento. No período da manhã, a quantidade de clientes no local era ainda maior, mas ao longo do dia, o volume foi diluindo.

Por outro lado, a tarde foi intensa em um dos principais laboratórios da cidade, localizado na região central. No momento em que passamos pelo espaço, cerca de 30 londrinenses esperavam ser chamados para realizar o procedimento.

Nós conversamos com uma funcionária, que disse que a procura estava alta na tarde desta quarta-feira (19). Para atender a demanda, 50 senhas estavam sendo distribuídas. Quando os números se esgotavam, o atendimento era suspenso temporariamente, até que estes testes fossem realizados, o que levava, em média, uma hora. Questionada em relação aos estoques de exames, ela nos informou que, por enquanto, o volume disponível é suficiente.

Em outras farmácias, por onde a reportagem da CBN Londrina passou, algumas pessoas também aguardavam para realizar o procedimento, mas em menor quantidade.

Com o grande movimento, os laboratórios optaram por sinalizar a entrada, como forma de orientar os clientes e ordenar o fluxo de pessoas nos locais. A procura pelo teste também fez com que se formasse fila de carros em outro estabelecimento, localizado no centro de Londrina. Ao todo, eram cerca de 10 veículos, entre os carros que já estavam no estacionamento e aqueles que ainda aguardavam para serem atendidos.

Por Victor Assis

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