QUARTA, 21/01/2026, 13:57

Mais de 67 mil londrinenses fizeram o pagamento do IPVA 2026 à vista

Ao todo, 31,2% da frota de veículos registrados na cidade foram quitados
 

Um levantamento prévio da Secretaria da Fazenda (Sefa) mostrou que mais de 67 mil londrinenses (31,2%) optaram por fazer o pagamento à vista do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). A cidade conta atualmente com uma frota de 216.783 veículos registrados no município.

Em Apucarana, segunda maior frota da região, dos 43 mil veículos tributados, 11.976 já pagaram o imposto, ou seja, 27,8% já quitaram a dívida. Na sequência estão Arapongas (29,8%), Cambé (28,7%), Rolândia (30,5%) e Ibiporã (29,2%).

Ao todo, no Paraná, cerca de 1,36 milhão de veículos já quitaram o imposto em parcela única, o que corresponde a 32,6% da frota de 4,2 milhões de veículos tributados. O secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, relaciona esse número, que é considerado um recorde, à redução de 45% no valor do imposto.

O prazo para pagamento à vista encerrou na semana passada, e o contribuinte que optou por essa opção recebeu um desconto de 6% no valor. Vale ressaltar que, mesmo após o fim do prazo para ter direito ao benefício, os contribuintes ainda podem optar pela quitação integral do imposto.

Para 2026, a estimativa de arrecadação do IPVA é de R$ 4,54 bilhões. O valor arrecadado é distribuído para os municípios e para secretarias do Estado.

Importante lembrar que as guias de pagamento do IPVA não são mais enviadas pelos Correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerar as guias. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.

Assim como já aconteceu no ano passado, os contribuintes poderão pagar o IPVA 2026 via Pix, a partir do QR Code presente na guia, podendo ser realizado por mais de 800 instituições financeiras, assim como pelos canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.
 

Por Paulo Andrade

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