Nova taxiway do Aeroporto de Londrina depende de articulação política e definição de recursos
Projeto já foi entregue à Prefeitura e é considerado estratégico para ampliar a capacidade operacional do terminal. Motiva atua no suporte técnico da proposta
A construção de uma nova taxiway no Aeroporto de Londrina, continua dependendo da articulação entre Prefeitura, Governo do Estado e União para sair do papel. Considerada uma das principais intervenções defendidas para ampliar a eficiência operacional do terminal, a obra ainda aguarda a definição sobre a origem dos recursos necessários para sua execução.
A taxiway é uma via de circulação utilizada pelas aeronaves para acessar a pista de pousos e decolagens e os pátios de estacionamento. Atualmente, o aeroporto opera sem a antiga estrutura, que foi descomissionada por não atender às exigências de segurança da aviação civil.
Segundo a gerente do Aeroporto de Londrina, Daiane Persicotti, a retirada da taxiway ocorreu por questões regulatórias, não comprometendo a operação do terminal.Apesar disso, a executiva destaca que a construção de uma nova estrutura representaria um importante avanço para a infraestrutura aeroportuária da cidade, permitindo operações mais eficientes e reduzindo o tempo de permanência das aeronaves na pista.
A Motiva afirma que participa das discussões fornecendo dados técnicos e estudos de viabilidade para embasar o projeto. O material já foi encaminhado ao município, que agora conduz as negociações junto aos demais entes públicos.
A construção da nova taxiway é apontada como um dos próximos passos para fortalecer a infraestrutura aeroportuária de Londrina.
O projeto custa R$ 70 milhões, com cerca de 2 km de faixa de extensão e área de pavimentação aproximada de 50.000 m². Os projetos incluem avaliação geométrica, projetos civis de terraplenagem, drenagem e pavimentação, além do projeto de sinalização horizontal e vertical e da especificação do balizamento luminoso.
Doado pela empresa Pado, representada pelo presidente do Conselho, Alfons Gardemann, o projeto foi elaborado pela MSE Engenharia com apoio de servidores municipais e da concessionária Motiva.