QUINTA, 15/04/2021, 07:00

Obras da Cidade Industrial avançam com novas etapas em andamento

Em fase inicial, projeto deve ser concluído ainda em 2022. Complexo localizado na zona norte da cidade vai abrigar 90 empresas e pode gerar cerca de 10 mil empregos

A execução do projeto teve um pequeno atraso e começou no mês de fevereiro. Com investimento de quase R$ 24 milhões, vindos do Governo do Estado, os trabalhos de terraplanagem já foram finalizados e o empreendimento está na fase de abertura de ruas e preparação do terreno para drenagem.
O local em que a Cidade Industrial vai estar instalada fica na zona norte de Londrina, com aproximadamente 1,1 milhão metros quadrados. Todo o espaço será divido em 90 lotes de 2 a 6 mil metros quadrados, com estrutura para receber empresas selecionadas por meio de licitação. O prazo para conclusão das obras é de 18 meses. 
Bruno Ubiratan, presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel) considera que o projeto é um dos mais importantes da cidade e deve ser responsável pela geração de aproximadamente 10 mil empregos, entre diretos e indiretos.

A empresa, para ser selecionada a integrar o parque industrial, deve atender a uma série de requisitos, entre eles, o potencial para criar novos postos de trabalho. Ele explica que mais de 120 companhias já demonstraram interesse pelo projeto. O edital para seleção das empresas que vão fazer parte da Cidade Industrial está sendo elaborado, mas o presidente da Codel considera que o prazo para preparação do documento está em dia.

Ele destaca que o projeto vai acelerar o processo de industrialização da cidade, atraindo novas companhias para a região e considera que Londrina é um polo de investimento para empresas. Ubiratan cita a vinda de grandes indústrias para o município como sinal dessa realidade.
Outros investimentos estão sendo planejados para a região da Cidade Industrial. O presidente da Codel afirma que a prefeitura de Londrina tem conversado com o Governo do Paraná para estudar a duplicação da Saul Elkind até a PR-445, que ajudaria a desafogar o fluxo de caminhões, que deve se intensificar ainda mais nos próximos anos.

Por Victor Assis

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