Reconstrução de pontes no Lago Igapó sofre novo atraso e segue sem data para início
Sem cronograma para demolição, prefeitura de Londrina projeta contratação de empresa para o primeiro semestre; estruturas de madeira estão interditadas desde 2024
O cronograma para a substituição das pontes de madeira do Lago Igapó foi novamente estendido. Previstas para iniciar em fevereiro, as obras de demolição e reconstrução das travessias ainda não saíram do papel, frustrando frequentadores que convivem com os bloqueios desde 2024.
As interdições ocorreram após alertas de pedestres sobre a precariedade das madeiras. Na ocasião, a prefeitura de Londrina descartou reformas pontuais, alegando que o custo-benefício para a manutenção das estruturas antigas seria inviável, optando pela substituição integral.
O novo projeto prevê a construção de três pontes com estrutura de concreto e acabamentos em metal, além de um novo sistema de iluminação. O investimento estimado é de R$ 2,7 milhões, com recursos já garantidos pelo governo do estado. No entanto, o início dos trabalhos depende da conclusão do processo licitatório para a escolha da empreiteira responsável.
A prefeitura de Londrina alega que o objetivo é concluir a licitação ainda no primeiro semestre de 2026 e ressaltou que o processo administrativo segue ritos legais obrigatórios que impedem a aceleração imediata do cronograma.
Enquanto o impasse burocrático persiste, as passagens continuam isoladas, obrigando pedestres e esportistas a alterarem suas rotas tradicionais no entorno do principal cartão-postal da cidade.