SEGUNDA, 04/10/2021, 07:02

UEL decide por retomada das atividades presenciais para servidores que já estão protegidos do coronavírus

Segundo reitor da universidade, com avanço da vacinação contra coronavírus, estudantes podem voltar às salas de aula no ano que vem, de acordo com cenário da pandemia na região.

O novo ato executivo da UEL, publicado na última quinta-feira (30), definiu a retomada das atividades presenciais para servidores que já completaram o ciclo de imunização contra a Covid-19, seja por duas aplicações ou por dose única.

O documento, no entanto, mantém a modalidade remota para os funcionários que ainda não concluíram o esquema vacinal. O reitor Sergio Carvalho afirma que a decisão leva em conta o avanço da vacinação contra o coronavírus em Londrina, que desde o dia 15 de setembro, já atende a população com 18 anos ou mais.

Ao contrário da medida adotada pela prefeitura de Londrina que, por meio de decreto, determinou a obrigatoriedade da vacina para servidores municipais, Carvalho avalia que a ação não deve ser necessária para a universidade, já que são poucos os casos de profissionais que não aderiram à vacinação contra o coronavírus.

Com o avanço da vacinação contra covid-19, o reitor aponta que a UEL começa a se preparar para uma retomada das aulas presenciais a partir do ano que vem, conforme a situação epidemiológica da região no período.

Segundo ele, um retorno às atividades em novembro, por exemplo, quando grande parte dos alunos já estarão completamente vacinados, não seria tão produtivo, por conta da proximidade do recesso de fim de ano. Apesar disso, Carvalho destaca que a universidade segue realizando aulas práticas em alguns casos.

O ato executivo reforça ainda a orientação para que reuniões continuem sendo realizadas por meio de plataformas virtuais. No caso de gestantes, o trabalho remoto deve continuar sendo adotado, mesmo após a conclusão do ciclo de imunização contra o coronavírus. Servidoras lactantes, com filhos de até seis meses, também podem optar pelo regime do teletrabalho.

Por Victor Assis

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